01Baixa tensão

Projeto elétrico de baixa tensão

Calculamos, dimensionamos e desenhamos a instalação antes de a obra começar. Para construção nova, remodelações e alterações de potência, em habitação, condomínios e espaços comerciais.

Ficha do serviço

Âmbito
Projeto de instalações elétricas de baixa tensão
Para
Construção nova, remodelação, alteração de potência
Contém
Memória descritiva, cálculos, peças desenhadas, ficha eletrotécnica
Responsabilidade
Termo de responsabilidade pelo projeto
Zona
Samora Correia e cerca de 50 km em redor: Ribatejo, Lisboa e Península de Setúbal

01Peças desenhadas

Esquema unifilar do quadro de entrada

Exemplo ilustrativo. Não é um projeto real.

Ver desenho
Quadro de entrada (Q.E.) de uma moradia unifamiliar: esquema unifilar Esquema unifilar ilustrativo de um quadro de entrada monofásico de 230 V, esquema TT, 6,9 kVA (30 A). Da rede de distribuição, portinhola, contador, disjuntor de entrada D de 40 A, descarregador de sobretensões com disjuntor próprio e barramento. Quatro interruptores diferenciais de 40 A e 30 mA alimentam os circuitos: I1 Ilum. Piso 0, 10A, H07V-U3G1,5 - VD16; E1 Estores / Domótica, 10A, H07V-U3G1,5 - VD16; T1 Tomadas Salas, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; T2 Tomadas Quartos, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; T3 Tomadas Cozinha, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; M1 Máq. Lavar Roupa, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; M2 Máq. Lavar Loiça, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; F1 Fogão, 20A, H07V-U3G4 - VD25; TA1 Termoacumulador, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; AC1 Ar Condicionado, 20A, H07V-U3G4 - VD25; I2 Ilum. Piso 1, 10A, H07V-U3G1,5 - VD16; ATI ATI, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; VE1 Posto de Carregamento VE, 32A, XV 3G6 - VD32. O circuito FV1, inversor fotovoltaico, está previsto e desenhado a tracejado. Exemplo ilustrativo, não válido para execução. Tlm: 966 714 257MORADIA UNIFAMILIARREQUERENTE: —LOCAL: —Q.E. — ESQUEMA UNIFILARDES. Nº01 ELE.PROJETO:BASHATECDESENHOU:BASHATECDATA:Outubro 2026SUBSTITUI: —ESCALA: S/ESC.EXEMPLO ILUSTRATIVONÃO VÁLIDO PARA EXECUÇÃO Quadro Elétrico de Entrada - Q.E. CABO UTILIZAÇÃO Nºcirc Da rede dedistribuição P WhEMI Q.E.D40ADSTT.P.H07V-U3G1,5 - VD16Ilum. Piso 0I110AH07V-U3G1,5 - VD16Estores / DomóticaE110AH07V-U3G2,5 - VD20Tomadas SalasT116AH07V-U3G2,5 - VD20Tomadas QuartosT216AID140A30mAH07V-U3G2,5 - VD20Tomadas CozinhaT316AH07V-U3G2,5 - VD20Máq. Lavar RoupaM116AH07V-U3G2,5 - VD20Máq. Lavar LoiçaM216AH07V-U3G4 - VD25FogãoF120AID240A30mAH07V-U3G2,5 - VD20TermoacumuladorTA116AH07V-U3G4 - VD25Ar CondicionadoAC120AH07V-U3G1,5 - VD16Ilum. Piso 1I210AH07V-U3G2,5 - VD20ATIATI16AID340A30mAXV 3G6 - VD32Posto de Carregamento VEVE132AID440A30mATipo A (1)A definirInversor FV (previsto)FV1(2) NOTAS1.Alimentação pela rede de distribuiçãopública em baixa tensão: 230 V,monofásica. Potência contratada: 6,9 kVA(30 A), controlada pelo ICP incorporado noEMI.2.Esquema de ligações à terra: TT (RTIEBT801.1.1.3.1).3.D: disjuntor de entrada 2P 40 A, comfunção de corte geral do Q.E. (RTIEBT801.1.1.6).4.Proteção diferencial por grupos decircuitos (RTIEBT 801.5.9): interruptoresdiferenciais 2P, 40 A, 30 mA, tipo A. Q.E.da classe II de isolamento.5.Disjuntores (RTIEBT 801.5.5.1): 1P+N,curva C, poder de corte 6 kA (EN 60898-1).6.Secções mínimas dos condutores de acordocom a secção 801.5.8 das RTIEBT.7.DST: descarregador de sobretensões do tipo2, 1P+N, In ≥ 5 kA, com disjuntor deproteção integrado, na origem dainstalação (RTIEBT 801.5.10 e 534.2).(1)VE1: circuito dedicado (RTIEBT 722.311).ID4 do tipo A, associado a dispositivo dedeteção de corrente contínua (IEC 62955)integrado no PC, ou do tipo B (RTIEBT722.531.2.101; Guia Técnico DGEG/CTE 64,5.1.2.1.1). PC de 7,4 kW (32 A): acorrente de carga é regulada pelo SCC, demodo a que o consumo total não ultrapassea potência contratada (ver des. 02 ELE.).(2)FV1: reserva para futura unidade deprodução para autoconsumo (UPAC).Aparelhagem e cabo a definir em projeto. LEGENDAQ.E.Quadro Elétrico de EntradaPPortinholaEMIEquipamento de Medição Inteligente(contador)DDisjuntor de entrada (corte geral)DSTDescarregador de sobretensõesIDInterruptor diferencialATIArmário de TelecomunicaçõesIndividualT.P.Terra de ProteçãoPCPosto de CarregamentoVEVeículo ElétricoFVFotovoltaicoSCCSistema de controlo da carga
Quadro de entrada (Q.E.) de uma moradia unifamiliar: esquema unifilar Esquema unifilar ilustrativo de um quadro de entrada monofásico de 230 V, esquema TT, 6,9 kVA (30 A). Da rede de distribuição, portinhola, contador, disjuntor de entrada D de 40 A, descarregador de sobretensões com disjuntor próprio e barramento. Quatro interruptores diferenciais de 40 A e 30 mA alimentam os circuitos: I1 Ilum. Piso 0, 10A, H07V-U3G1,5 - VD16; E1 Estores / Domótica, 10A, H07V-U3G1,5 - VD16; T1 Tomadas Salas, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; T2 Tomadas Quartos, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; T3 Tomadas Cozinha, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; M1 Máq. Lavar Roupa, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; M2 Máq. Lavar Loiça, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; F1 Fogão, 20A, H07V-U3G4 - VD25; TA1 Termoacumulador, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; AC1 Ar Condicionado, 20A, H07V-U3G4 - VD25; I2 Ilum. Piso 1, 10A, H07V-U3G1,5 - VD16; ATI ATI, 16A, H07V-U3G2,5 - VD20; VE1 Posto de Carregamento VE, 32A, XV 3G6 - VD32. O circuito FV1, inversor fotovoltaico, está previsto e desenhado a tracejado. Exemplo ilustrativo, não válido para execução. Tlm: 966 714 257MORADIA UNIFAMILIARREQUERENTE: —LOCAL: —Q.E. — ESQUEMA UNIFILARDES. Nº01 ELE.PROJETO:BASHATECDESENHOU:BASHATECDATA:Outubro 2026SUBSTITUI: —ESCALA: S/ESC.EXEMPLO ILUSTRATIVONÃO VÁLIDO PARA EXECUÇÃO Quadro Elétrico de Entrada - Q.E. Da rede dedistribuição P WhEMI LEGENDAQ.E.Quadro Elétrico de EntradaPPortinholaEMIEquipamento de MediçãoInteligente (contador)DDisjuntor de entrada(corte geral)DSTDescarregador de sobretensõesIDInterruptor diferencialATIArmário de TelecomunicaçõesIndividualT.P.Terra de ProteçãoPCPosto de CarregamentoVEVeículo ElétricoFVFotovoltaicoSCCSistema de controlo da carga D40ADSTT.P.NºcircUTILIZAÇÃOCABOI1Ilum. Piso 0H07V-U3G1,5 - VD1610AE1Estores / DomóticaH07V-U3G1,5 - VD1610AT1Tomadas SalasH07V-U3G2,5 - VD2016AT2Tomadas QuartosH07V-U3G2,5 - VD2016AID140A30mAT3Tomadas CozinhaH07V-U3G2,5 - VD2016AM1Máq. Lavar RoupaH07V-U3G2,5 - VD2016AM2Máq. Lavar LoiçaH07V-U3G2,5 - VD2016AF1FogãoH07V-U3G4 - VD2520AID240A30mATA1TermoacumuladorH07V-U3G2,5 - VD2016AAC1Ar CondicionadoH07V-U3G4 - VD2520AI2Ilum. Piso 1H07V-U3G1,5 - VD1610AATIATIH07V-U3G2,5 - VD2016AID340A30mAVE1Posto de Carregamento VEXV 3G6 - VD3232AID440A30mATipo A (1)FV1Inversor FV (previsto)A definir(2) NOTAS1.Alimentação pela rede de distribuição públicaem baixa tensão: 230 V, monofásica. Potênciacontratada: 6,9 kVA (30 A), controlada peloICP incorporado no EMI.2.Esquema de ligações à terra: TT (RTIEBT801.1.1.3.1).3.D: disjuntor de entrada 2P 40 A, com função decorte geral do Q.E. (RTIEBT 801.1.1.6).4.Proteção diferencial por grupos de circuitos(RTIEBT 801.5.9): interruptores diferenciais2P, 40 A, 30 mA, tipo A. Q.E. da classe II deisolamento.5.Disjuntores (RTIEBT 801.5.5.1): 1P+N, curva C,poder de corte 6 kA (EN 60898-1).6.Secções mínimas dos condutores de acordo com asecção 801.5.8 das RTIEBT.7.DST: descarregador de sobretensões do tipo 2,1P+N, In ≥ 5 kA, com disjuntor de proteçãointegrado, na origem da instalação (RTIEBT801.5.10 e 534.2).(1)VE1: circuito dedicado (RTIEBT 722.311). ID4do tipo A, associado a dispositivo de deteçãode corrente contínua (IEC 62955) integrado noPC, ou do tipo B (RTIEBT 722.531.2.101; GuiaTécnico DGEG/CTE 64, 5.1.2.1.1). PC de 7,4 kW(32 A): a corrente de carga é regulada peloSCC, de modo a que o consumo total nãoultrapasse a potência contratada (ver des. 02ELE.).(2)FV1: reserva para futura unidade de produçãopara autoconsumo (UPAC). Aparelhagem e cabo adefinir em projeto.

Um projeto elétrico é o documento que define a instalação antes de ela existir: que circuitos há, que cabos e proteções leva cada um, onde fica o quadro elétrico, que potência é preciso pedir à rede. Serve a quem executa a obra, a quem a fiscaliza e a quem, anos depois, precisa de a alterar. Baixa tensão é a tensão a que a rede pública alimenta as casas, os prédios e a generalidade do comércio: 230 V em monofásico, 400 V em trifásico.

O que contém um projeto elétrico

Os nomes aparecem nos documentos que vai receber, por isso vale a pena conhecê-los.

  • Memória descritiva e justificativa. O texto que explica a instalação e as opções tomadas: tipo de alimentação, potência prevista, constituição dos quadros, critérios de proteção.
  • Cálculos. A potência de cada circuito, a secção dos condutores, o calibre das proteções, as quedas de tensão.
  • Peças desenhadas. As plantas com a localização de quadros, iluminação, tomadas e equipamentos, e os esquemas dos quadros. O esquema unifilar mostra, numa só linha, o caminho da energia desde a entrada até cada circuito. É por ele que se monta o quadro, e é prática deixar uma cópia junto dele.
  • Ficha eletrotécnica. Um formulário de modelo aprovado pela DGEG que identifica a instalação e resume as potências previstas. É o documento que a E-REDES pede nos pedidos de ligação à rede, incluindo os de aumento de potência que lhe são dirigidos.
  • Termo de responsabilidade pelo projeto. A declaração, assinada pelo projetista, com que este assume a responsabilidade pelo projeto.

Quando é obrigatório um projeto elétrico

A regra está no artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 96/2017. Para as instalações alimentadas em baixa tensão, o caso mais comum é este: é obrigatório projeto, elaborado por projetista, quando o somatório das potências a alimentar pela rede, no imóvel, é superior a 10,35 kVA. Isso abrange a generalidade dos prédios com várias frações e as moradias ou espaços comerciais que precisam de mais de 10,35 kVA, o que já implica alimentação trifásica. A lei exige também projeto, seja qual for a potência, em recintos de espetáculos com público, em locais com risco de explosão e em parques de campismo e marinas. A DGEG assinala ainda que as instalações elétricas abrangidas pelo Decreto-Lei n.º 101-D/2020, sobre o desempenho energético dos edifícios, carecem igualmente de projeto.

A soma tem regras próprias: nos edifícios de habitação, por exemplo, não se aplicam os fatores de simultaneidade. Por isso confirmamos o enquadramento no primeiro contacto, com os dados da instalação.

Quando a lei não o exige, o projeto continua a ser útil. Numa remodelação, é a forma de decidir no papel, e não na parede, quantos circuitos são precisos, se o quadro tem espaço e se a potência contratada chega. Se a obra passar pela câmara municipal, diga-nos o que foi pedido no processo.

O que fazemos, e onde paramos

Fazemos projeto de instalações elétricas de baixa tensão para habitação, condomínios e espaços comerciais: instalações novas, remodelações, alterações de potência e alimentação de pontos de carregamento de veículos elétricos. O projeto pode ser encomendado sozinho, para ser executado por outro instalador, ou em conjunto com a execução da instalação.

O âmbito é a baixa tensão. Instalações alimentadas em média ou alta tensão ficam fora deste serviço.

O que convém ter à mão

  • As plantas do imóvel, em PDF ou DWG. Se não existirem, diga-o: faz-se um levantamento.
  • A lista dos equipamentos de maior potência: placa, forno, bomba de calor, ar condicionado, termoacumulador, carregador de veículo elétrico.
  • Uma fatura de eletricidade recente, se a instalação já existir, para vermos a potência contratada.
  • Fotografias do quadro elétrico e do contador.
  • O que a câmara municipal, o arquiteto ou o empreiteiro pediram, se for o caso.

Como decorre o trabalho

Em termos gerais, começa pela recolha de dados: o que existe, o que se pretende, que equipamentos vão ser ligados. Seguem-se o dimensionamento e o desenho. As opções com efeito na obra ou na fatura (potência a contratar, monofásico ou trifásico, número de quadros) são discutidas consigo antes de o projeto ficar fechado.

O que recebe

Um projeto completo e assinado: memória descritiva, cálculos, peças desenhadas, ficha eletrotécnica e termo de responsabilidade pelo projeto. O desenho desta página é um exemplo ilustrativo do tipo de peça que entregamos.

Perguntas frequentes

É obrigatório ter projeto elétrico numa moradia?

Depende da potência. O artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 96/2017 exige projeto nas instalações de baixa tensão em imóveis cujo somatório das potências a alimentar pela rede seja superior a 10,35 kVA. Uma moradia abaixo desse valor não está, por essa regra, obrigada a projeto; acima, está. Confirmamos o enquadramento com os dados da sua instalação.

Quem pode assinar um projeto elétrico?

Segundo a Lei n.º 14/2015, o técnico responsável pelo projeto deve ser engenheiro da especialidade de engenharia eletrotécnica ou engenheiro técnico da especialidade de engenharia de energia e sistemas de potência. Os serviços da BASHATEC são prestados por técnicos credenciados pela DGEG para projeto, execução e exploração.

O que é a ficha eletrotécnica?

É um formulário de modelo aprovado pela DGEG que identifica a instalação e resume as potências previstas. É assinada por um técnico responsável inscrito na DGEG, e a E-REDES pede-a nos pedidos de ligação à rede, incluindo os de aumento de potência que lhe são dirigidos.

Preciso de projeto para remodelar um apartamento?

Nem sempre a lei o exige: depende do tipo de instalação e da potência. Mesmo sem obrigação, o projeto permite decidir antes da obra quantos circuitos são precisos, que proteções leva o quadro e que potência contratar. Diga-nos o que vai mudar e indicamos se basta um dimensionamento ou se é caso para projeto.

Posso encomendar só o projeto e executar a obra com outro instalador?

Sim. O projeto é entregue pronto a executar, com esquemas dos quadros e identificação dos circuitos. Se preferir, também executamos a instalação.

Como é preparada a estimativa orçamental de um projeto?

A partir do tipo e da área do imóvel, do número de quadros e de circuitos previstos e dos desenhos que já existam. Com as plantas e uma descrição do que pretende, apresentamos uma estimativa antes de avançar.

Fale-nos do seu projeto.

Descreva o que pretende fazer. Respondemos por telefone, WhatsApp ou e-mail.

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